Política & Brasil

Paulo Tadeu e Magela são exonerados do Governo do DF

05/06/201216:43

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Foto: google imagem

Dois secretários do governdo do Distrito Federal (GDF) foram exonerados nesta terça-feira (4). Geraldo Magela e Paulo Tadeu deixam os cargos "a pedido". A saída dos dois foi anunciada pelo GDF por volta das 23h30 dessa segunda-feira (4) e publicada nesta terça no Diário Oficial do DF.

Geraldo Magela e Paulo Tadeu foram eleitos deputados federais pelo PT em 2010. Agora, eles vão retornar à Câmara dos Deputados, para ocupar os mandatos.

Em nota, o GDF afirmou que eles "são parlamentares experientes que vão reforçar a bancada do DF no Congresso Nacional em um momento importante em que será discutida a Lei de Diretrizes Orçamentárias [LDO], e também em que o DF está sob alvo de ataques políticos".

Nos dois casos, o “Diário Oficial” publica que as substituições serão feitas “interinamente”. Tanto Magela quanto Paulo Tadeu ocupam os cargos desde o início do governo Agnelo Queiroz, em janeiro de 2010.

O deputado Geraldo Magela afirmou que a saída aconteceu após análise da conjuntura política do DF. "Compreendemos que seria importante voltar à Câmara e até foi uma sugestão nossa para que ao mesmo tempo a gente pudesse acompanhar a formatação da LDO e o depoimento do governador na CPI [do Cachoeira, marcado para o dia 13 de junho]...É interessante nós acompanharmos de perto esses procedimentos que vão acontecer na semana que vem". Magela informou ainda que deve voltar ao GDF ainda no fim deste mês.

A assessoria do deputado Paulo Tadeu confirmou que a exoneração será de forma interina, mas que ainda não há prazo para o parlamentar voltar ao governo do DF.

No lugar de Paulo Tadeu assume o secretário-adjunto de Governo, Gustavo Ponde de Leon Soriano Lago. E quem ficará à frente da Secretaria de Habitação sará o também secretário-adjunto, Rafael Carlos de Oliveira.


LDO
A Constituição determina que a lei deve estabelecer as metas e prioridades da Administração Pública Federal e orientar a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). "A Lei Orçamentária brasileira estima as receitas e autoriza as despesas de acordo com a previsão de arrecadação", de acordo com nota do Ministério do Planejamento.

De acordo com a pasta, a LDO deve ainda "informar a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento, alterações na legislação tributária e definir os parâmetros para os demais poderes e o Ministério Público da União (MPU) poderem elaborar as respectivas propostas orçamentárias".

*Globo

 

JF