Gasolina mais barata em Brasília

Não foi nada de excepcional, mas alguns postos decidiram dar um brinde aos consumidores nesses tempos de Copa do Mundo e reduziram um pouquinho mais os preços da gasolina. Tanto nos postos da EPTG quanto nos do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) houve redução nos valores registrados nas bombas. Em alguns estabelecimentos, o preço caiu de R$ 4,299 para R$ 4,269. Em outros, recuou de R$4,489 para R$ 4,379.

Muitos vão dizer que a redução foi mínima. Mas, na avaliação de especialistas, qualquer economia vale a pena, sobretudo para quem usa muito o carro e percorre grandes distâncias. A recomendação deles é para que os consumidores aproveitem os preços mais baixos para manter o tanque cheio. Vá que a Petrobras surpreenda e anuncie novos aumentos.

Na sexta-feira (29/06), a estatal informou que a gasolina seria reajustada em 1,23% nas refinarias. O aumento passaria a valer a partir de sábado (30/06), mas, pelo que se viu até agora, não houve repasse nos postos. Muito provavelmente, os estoques nas bombas estão elevados, não havendo, portanto, motivos para punir os consumidores.

“Na minha modesta opinião, a gasolina ainda pode cair mais”, diz a aposentada Dalva de Oliveira, 64 anos. “O ideal seria que o litro da gasolina estivesse abaixo de R$ 4, mas não creio que veremos isso de novo”, acrescenta. A dica da aposentada é sempre priorizar os preços mais baixos. “Não podemos tolerar abusos”, diz.

Caminhoneiros

A Petrobras reduziu o ritmo de ajustes nos preços dos combustíveis depois da greve dos caminhoneiros. Até então, os valores estavam mudando diariamente. Agora, os ajustes, para cima ou para baixo, tem ocorrido mais espaçadamente, explicitando uma mudança na política de preços da empresa.

Segundo a Petrobras, os preços dos combustíveis devem acompanhar a variação do dólar e a cotação do petróleo no mercado internacional. Por aqui, o dólar está em disparada. A cotação do petróleo também não dá trégua, a ponto de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligar, no último sábado (30/06), para o rei Salman, da Arábia Saudita, a maior produtora de petróleo, pedindo aumento da oferta diária em pelo menos 2 milhões de barris.

Fonte: Quidnovi/Correio Braziliense