Além de pegar filas, brasilienses podem pagar mais caro pela gasolina

Não bastasse a falta de combustível nos postos, há possibilidade de o valor cobrado pelo litro da gasolina aumentar. A média está em R$ 4,79, mas há lugares, como o posto que fica na altura da QI 6 do Lago Sul, cobrando R$ 5,08 pela comum, no débito ou dinheiro, e R$ 5,18, no crédito.

Os carregamentos com o combustível estão chegando aos postos. Mas o problema, desta vez, é o álcool anidro, produto misturado à gasolina. Como ele vem de caminhão, a base da distribuição está com estoques reduzidos e aguarda o fim dos bloqueios nas estradas para normalizar o serviço.

Por isso, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) reduziu a porcentagem do álcool anidro na gasolina — de 27% para 18%. A medida acarretou aumento de R$ 0,20 no custo de cada litro para os empresários do setor, uma vez que o combustível está mais puro.

Porém, segundo o Sindicombustíveis, sindicato que representa o setor, não é possível saber quais postos repassarão a diferença para o consumidor. Apesar da crise, a entidade informou que os brasilienses devem perceber uma normalização no abastecimento até terça-feira (29/5).

Em Ceilândia, o litro está saindo a R$ 4,79 na maioria dos postos, bem como em Águas Claras e em outros estabelecimentos do Lago Sul, como o da QI 19. Lá, o limite é de R$ 100 para cada veículo. Na QI 21, o preço está mais em conta:  R$ 4,71.

 

Fonte: Quidnovi/Metrópoles